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Publicação de Artes

VER, OUVIR E LER OS CINEASTAS – TEORIA DOS CINEASTAS – VOL.1

“Teoria dos cineastas” é a designação que adotamos para a proposta de compreender o cinema a partir dos cineastas tendo como objetivo principal refrescar a teoria do cinema à luz do discurso e da práxis dos cineastas. No âmbito desta abordagem, o investigador privilegia os materiais vindos dos próprios cineastas: filmes, livros, manifestos, cartas, entrevistas, ou outra documentação verbal ou escrita. E, ainda que muitas investigações na área de cinema tenham já citado ou parafraseado, em especial, os “grandes cineastas”,o que a “Teoria dos cineastas” pretende é tornar esse procedimento numa aposta consciente e sistemática.

Em “Ver, ouvir e ler os cineastas” o leitor encontra, justamente, uma aproximação à reflexão dos cineastas. São disso exemplo: a discussão de conceitos dos próprios cineastas, a relação com outros cineastas (por exemplo, realizador e montador), a leitura atenta de manifestos ou a exposição e discussão de pensamentos que revelam coerência reflexiva entre o discurso verbal/escrito e a práxis artística.

AUTORES / EDITORES

Manuela Penafria, Eduardo Tulio Baggio, André Rui Graça e Denize Correa Araujo (Eds.)

COLEÇÃO

Ars

ANO DA EDIÇÃO

2016

ISBN

978-989-654-337-2

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Índice

Nota introdutória - 9

Parte I - A ORIGINALIDADE DOS CINEASTAS: CONCEITOS E REFLEXÕES - 15

Da montagem nuclear ao Kynorama: experiências de transbordamento com Glauber Rocha - 17
Érico Oliveira de Araújo Lima

Sylvio Back e o cinema “desideologizado” - 35
Rosane Kaminski

O cinematógrafo de Eugène Green - 53
Pedro de Andrade Lima Faissol

Do cinema aos filmes: a semiologia geral da realidade de Pier Paolo Pasolini - 67
Marcelo Carvalho

Parte II - PARA A CONSTRUÇÃO DE UM PANORAMA ARTÍSTICO - 91

Síntese e fragmento: os desenhos de S. M. Eisenstein - 93
Fabiola Bastos Notari

Construir o cinema a partir das suas margens – uma análise sobre o Movie Journal, de Jonas Mekas - 119
Rafael Valles

Direção de elenco, atuação e consciência fílmica dos atores: as reflexões de Vsevolod I. Pudovkin - 139
Riccardo Migliore

Parte III - A CRIAÇÃO CINEMATOGRÁFICA EM MOVIMENTO - 155

A justa distância onde as pessoas se amam ou se odeiam: a filmagem como ato erótico no documentário de Eduardo Coutinho - 157
Cláudio Bezerra

O processo criativo de Wim Wenders: o espaço documental à procura do tempo ficcional - 177
Cristiane Wosniak

Los principios cinematográficos de Andrei Tarkovski en su mediometraje de graduación El violín y la apisonadora (1960) - 195
José Seoane Riveira

Matéria e medida: A concretização do pensamento em Peter Kubelka - 217
Lucas Baptista

Resumos / Abstracts - 231

Autores - 241
PT