INVESTIGAÇÃO

O LabCom é composto por dois grupos de investigação que reconciliam o trabalho das suas linhas específicas de pesquisa com o fortalecimento da sua colaboração interdisciplinar em torno de objetos comuns ou transversais e na organização de eventos e publicações científicas.

O Grupo de Comunicação e Media trabalha em estreita relação com o Doutoramento em Ciências da Comunicação, enquanto o Grupo de Artes articula a sua atividade com o Doutoramento em Media Artes.

Ambos os grupos incluem pesquisadores da UBI e de outras universidades e politécnicos portugueses.

grupo de artes

Investigador Responsável: Francisco Paiva

O grupo de Artes e Humanidades considera o homem um agente cultural, sensível e criador, analisando o modo como este se representa, é, está e se projeta no espaço e no tempo. Centra-se nos modos, suportes e meios de expressão e fixação da “imagem de si”, sua comunicação, receção e crítica, com especial atenção às manifestações artísticas, do cinema às artes plásticas, do design às artes performativas, da literatura à multimédia. Faculta uma abordagem interdisciplinar à modulação do conhecimento e do imaginário, desenvolve investigação fundamental e aplicada na linha Cultura e Novas Humanidades, em três âmbitos complementares:

a) Memória e Identidade sob condição mediática, sobre as dinâmicas entre conteúdos, meios e tecnologias;

b) Representação enquanto processo, no que diz respeito aos fenómenos de emanação nas artes processuais;

c) Intersecções entre Cultura, Informação e Design de Interfaces, integradoras de metodologias da arte, ciências e humanidades para criar conhecimento novo.

grupo de comunicação e media

Investigador Responsável: Gisela Gonçalves

Centrado na noção de mediatização, o grupo de Comunicação e Media estuda os aspetos tecnológicos e sociais daquela mediatização de uma forma simultaneamente teórica e experimental. De facto, mais do que uma mera "sociedade de comunicação", a sociedade contemporânea assume-se como uma sociedade mediatizada, ou seja, uma sociedade na qual a mediação tecnológica - particularmente, aquela que é desenvolvida pelos "novos media" – se tornou um fator decisivo na economia, cultura, artes, política e vida quotidiana. Um fator que, porque recente e decisivo, coloca problemas igualmente recentes e decisivos, referentes à redefinição e reconfiguração da esfera pública, de práticas comunicativas profissionais tais como o jornalismo, a publicidade ou as relações públicas, da comunicação política numa democracia, das fronteiras entre público e privado ou mesmo dos novos processos de criação e difusão das artes e das ciências.