Communication Studies Publication

O CARTAZ PARTIDÁRIO EM PORTUGAL (1974 – 1975)

O rastro do século XX acha-se em grande parte nos cartazes que, com variadas finalidades e das mais diversas maneiras, se foram realizando ao longo do curso desse século, em quadrantes bem diferentes.
Conquanto de trás viessem eles já, não deixam os cartazes de constituir um dos mais característicos e emblemáticos produtos da centúria passada. Natural não pode deixar de parecer que, consistindo eles em objectos válidos pelo seu poder histórico bem como pelo testemunhal e, bastas vezes, pela própria força artística, a sua carga de valor significante e significativo haja de igual modo de ser tida em conta por si mesma e enquanto tal apreciada.

Preço da edição impressa: € 25

AUTHORS / EDITORS

Eduardo J. M. Camilo

COLLECTION

LabCom Books

EDITION YEAR

2004

ISBN

972-8790-20-1

Index

PREFÁCIO

17

AGRADECIMENTOS

21

LISTA DE SÍMBOLOS UTILIZADOS

23

LISTA DE SIGLAS POLÍTICAS

25

I - INTRODUÇÃO

29

I.1 - O objecto de estudo

29

I.1.1 - Restrição da análise: o discurso do cartaz político-partidário

35

I.2 - Critérios metodológicos

52

I.2.1 - Delimitação do corpus a partir da noção de "vocação político-partidária"

53

I.2.1.1 - Génese da "vocação político-partidária"

58

I.2.1.2 - Constituição do corpus

67

I.3 - Objectivos da análise

77

II - A DIMENSÃO FUNCIONAL DO DISCURSO POLÍTICO E O GÉNERO CARTAZÍSTICO

81

II.1 - Variáveis institucionais e géneros de cartazes

82

II.2 - A finalidade de tradução

85

II.2.1 - O cartaz de doutrina

88

II.2.2 - O cartaz de esclarecimento

101

II.2.3 - O cartaz de sátira

107

II.3 - O papel de agenda

111

II.3.1 - O cartaz de anúncio de iniciativa

116

II.3.1.1 - As classes discursivas

118

II.3.1.1.1 - Os títulos

122

II.3.1.1.2 - As imagens de impacto

124

II.3.1.1.3 - As imagens de memorização

128

II.3.1.2 - Especificidade

137

II.3.2 - Os cartazes de culto ideológico, de celebração e de homenagem

139

II.3.3 - O cartaz de institucionalização

149

II.4 - A função estratégica

151

II.4.1 - O cartaz de exortação

152

II.4.2 - O cartaz de reivindicação

159

II.4.3 - A especificidade problemática do discurso político veiculado pelo cartaz

162

III - SISTEMAS DE SIGNIFICAÇÃO DO DISCURSO POLÍTICO

167

III.A - Enumeração de sistemas de significação

168

III.A.1 - O sistema do enunciado

175

III.A.2 - O sistema de expressão política

177

III.A.3 - O sistema do significação ideológica

183

III.A.4 - A singularidade dos signos de identidade institucional

192

III.A.4.1 - Génese dos sinos de identidade

197

III.A.4.2 - Particularidades dos signos de identidade

199

III.B - Selecção dos sistemas de significação para análise semiótica

204

III.B.1 - A dimensão ‘cheia’ e ‘vazia’ dos signos do sistema do enunciado

207

III.C - As categorias de expressão política

209

III.C.1 - Caracterização das categorias de expressão política

217

III.C. 2 - Inventário das categorias de expressão política

218

III.C. 2.1 - Acontecimentos

218

III.C. 2.2 - Adereços

227

III.C. 2.3 - Datas

244

III.C. 2.4 - Doutrinas

247

III.C. 2.5 - Espaço

249

III.C. 2.6 - Gestualidade

261

III.C. 2.7 - Identidades

291

III.C. 2.8 - Iniciativas

197

III.C. 2.9 - Locais

300

III.C. 2.10 - Pessoas políticas

306

III.C. 2.11 - Posicionamentos

328

III.C. 2.12 - Pretensões

333

III.C. 2.13 - Produtos

341

III.C. 2.14 - Projectos

343

III.C. 2.15 - Protagonistas de iniciativa

349

III.C. 2.16 - Símbolos

356

III.C. 2.17 - Slogans

365

III.C. 2.18 - Sujeitos políticos

368

III.C. 2.19 - Tópicos

381

III.D - Combinações de categorias

382

III.D.1 - Génese formal dos géneros cartazísticos

386

III.D. 1.1 - O «anúncio de iniciativa»

387

III.D. 1.2 - O «culto ideológico»

392

III.D. 1.3 - A «celebração política»

394

III.D. 1.4 - A «homenagem»

396

III.D. 1.5 - A «institucionalização»

399

III.D. 1.6 - A «doutrina»

401

III.D. 1.7 - O «esclarecimento»

402

III.D. 1.8 - A «sátira»

406

III.D. 1.9 - A «pretensão»

409

III.E - Considerações sobre o signo ideológico

411

1ª - A dimensão dúplice do signo ideológico

411

2ª - Critérios metodológicos - opção por uma análise agregada

412

3ª - A dinâmica conotativa e a concepção de ‘desvio semântico’

415

4ª - Restrição do conceito de retórica

416

5ª - Particularidades dos significantes do sistema de significação ideológica

420

6ª - Significantes ideológicos relativos a apropriações de signos inerentes ao sistema do enunciado

423

7ª - Funcionalidades

436

8ª - Inventário dos significantes resultantes da apropriação do sistema de expressão política

440

9ª - Particularidades inerentes aos significados ideológicos

444

10ª - Inventário dos significados ideológicos

446

IV - AS DIMENSÕES CONFIGURATIVAS DO CARTAZ POLÍTICO-PARTIDÁRIO

457

IV.A - Génese dos signos de configuração

460

IV.B - Inventário dos signos de configuração

462

IV.B.1 - Dimensões configurativas inerentes à paginação

462

IV.B.1.1 - Regimes de leitura

463

IV.B.1.2 - Tipos de paginação

465

IV.B.2 - Dimensões configurativas inerentes às palavras

468

IV.B.2.1 - Planos intrínsecos e extrínsecos

472

IV.B.2.2 - As classes de signos configurativos inerentes às palavras

473

IV.B.2.2.1 - Forma

473

IV.B.2.2.2 - Medida

477

IV.B.2.2.3 - Orientação

477

IV.B.2.2.4 - Valor

481

IV.B.2.2.5 - Cor

483

IV.B.2.2.6 - Figuração

485

IV.B.2.2.7 - Tipo

488

IV.B.2.2.8 - Posição

488

IV.B.3 - Dimensões configurativas inerentes às imagens

490

IV.B.3.1 - Medida

491

IV.B.3.2 - Número

491

IV.B.3.3 - Disposição

492

IV.B.3.4 - Predomínio

493

IV.B.3.5 - Cor

498

IV.B.3.6 - Relação

498

IV.B.4 - Dimensões configurativas inerentes à forma e dimensão do cartaz

501

IV.B.5 - Dimensões configurativas inerentes ao grafismo

507

V - CONCLUSÃO

511

V.1 - A natureza funcional do discurso político-partidário

511

V.2 - A dimensão estrutural do discurso político-partidário

517

V.3 - Dimensões configurativas do cartaz

520

BIBLIOGRAFIA

523

Publicaçãos não periódicas

523

Publicações periódicas

532

Iconografia

536

Internet

548

Multimédia

549
up